Outro mambo
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
A vida secreta das palavras
No fundo, há tão poucas coisas. Milhões e milhões de toneladas de água, rochas e gás. Afeto. Sangue. Cem minutos. Mil anos. Cinzas. Luz. Agora. Agora mesmo. Um tempo atrás. Disse-lhes antes, não foi? Há muito poucas coisas: silêncio e palavras.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Cartola- Preciso me encontrar
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer
Quero viver...
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer
Quero viver...
terça-feira, 22 de março de 2011
No fim da tarde
No dia do meu primeiro beijo, como tudo estava combinado, eu guardei na memória tudo aquilo que eu pensava que seria. Na hora exata, não consegui pensar em nada. E nada do esperado aconteceu. Depois, eu olhei pra boca que eu beijei e pensei "É tão complicado amar."
Quando cheguei em casa, conversei com uma amiga, que me disse "Um beijo, não quer dizer amor". Desde então, eu espero pacientemente (na mesma sala que você, inclusive), para ouvir sininhos, borboletas voarem no meu estômago, flutuar até quase voar e sentir meus olhos arderem só de pensar nos de alguém... Todos os dias.
As sensações do amor que chegam com o tempo, vão embora com ele.
Todo fim de tarde, eu me agarro ao abandono. Vejo o pôr-do-sol da janela do meu carro... Às vezes chove, às vezes faz um dia bonito, às vezes nem dá pra ver o sol. Mas não me importo, o fim da tarde é a hora do abandono.
Amar no fim da tarde é abandonar-se em alguém, não saber quem é quem.
Amar é um instante, como o fim da tarde.
Quando cheguei em casa, conversei com uma amiga, que me disse "Um beijo, não quer dizer amor". Desde então, eu espero pacientemente (na mesma sala que você, inclusive), para ouvir sininhos, borboletas voarem no meu estômago, flutuar até quase voar e sentir meus olhos arderem só de pensar nos de alguém... Todos os dias.
As sensações do amor que chegam com o tempo, vão embora com ele.
Todo fim de tarde, eu me agarro ao abandono. Vejo o pôr-do-sol da janela do meu carro... Às vezes chove, às vezes faz um dia bonito, às vezes nem dá pra ver o sol. Mas não me importo, o fim da tarde é a hora do abandono.
Amar no fim da tarde é abandonar-se em alguém, não saber quem é quem.
Amar é um instante, como o fim da tarde.
3 constatações
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Ha pernas, espere
Eu dou risada dessa falta de tranquilidade quando me coloco a pensar demais sobre tudo. No dia-dia, cada segundo do meu tempo vai passando normalmente, mentalmente. Como a todos. Você tem pernas, caminhe fazendo seus casos. Construindo historinhas na cabeça, cada mente do mundo é um livro aberto.
Calma, muita calma nessa Hora.
Calma, muita calma nessa Hora.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Novamente fazendo planos
Pegou o trem das 4, acordou assim que viu o sol despontar na janela, invadir os lençois. Bem claro e calmo como todas as manhãs. Pensava nisso enquanto via passar diante dos olhos aqueles riscos verdes de velocidade.
Imaginando que cada
palavra
ficaria
presa
a
um
tronco
a
um
ga
lho
frag
mentan
do
cada
nota
do
seu
pen
sa
men
to.
..
Olhou então para o café. Bebeu... Não adianta disfarçar, querer deixar tudo pra trás. O que está em mente acompanha até o fim. Por isso levou a mão à cabeça. Quanta saudade do lar. Quanta... Se soubesse que a distancia, toda aquela distancia, ia dividir seus pensamentos em dois lugares. Um que fica e um que se vai todos os dias. É dificilimo lidar com essa situação, mas assim que o tempo voltar a correr, tudo vai ficar em paz.
O tempo está parado com sua mala, esperando na longa fila de tempos iguais a ele para pegar o proximo trem. Consultou o relógio... Ele tem 30 minutos para alcança-la na proxima estação.
Que passe rápido.
Mas ela vai continuar lá, eternamente.
Imaginando que cada
palavra
ficaria
presa
a
um
tronco
a
um
ga
lho
frag
mentan
do
cada
nota
do
seu
pen
sa
men
to.
..
Olhou então para o café. Bebeu... Não adianta disfarçar, querer deixar tudo pra trás. O que está em mente acompanha até o fim. Por isso levou a mão à cabeça. Quanta saudade do lar. Quanta... Se soubesse que a distancia, toda aquela distancia, ia dividir seus pensamentos em dois lugares. Um que fica e um que se vai todos os dias. É dificilimo lidar com essa situação, mas assim que o tempo voltar a correr, tudo vai ficar em paz.
O tempo está parado com sua mala, esperando na longa fila de tempos iguais a ele para pegar o proximo trem. Consultou o relógio... Ele tem 30 minutos para alcança-la na proxima estação.
Que passe rápido.
Mas ela vai continuar lá, eternamente.
domingo, 31 de outubro de 2010
Airships
Come with me where rainbows die
Come with me where birds fly
Where the rain goes
Where, where
Come with me where the rainbow dies
Come with me where the birds fly
I will take my love one day
Where
Where
Where the wind blows
Acesse:
Metallic Falcons
Come with me where birds fly
Where the rain goes
Where, where
Come with me where the rainbow dies
Come with me where the birds fly
I will take my love one day
Where
Where
Where the wind blows
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